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Único gene gay não existe, de acordo com análise de DNA

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Quando o assunto é um único gene gay, muitas pessoas acabam tendo dúvidas.

Inclusive no sentido do que faz a pessoa optar por ser homossexual. Uma pesquisa bem complexa e também completa feita, a partir de DNA’a, mostrou que, não existe um único gene gay.

Este estudo foi feito por pesquisadores que moram em duas localidades: a Europa e também os Estados Unidos.

Mas qual é a real importância deste estudo? O que ele quer nos mostrar? Principalmente que, não há como adivinhar ou prever nenhum comportamento sexual avaliando apenas o genoma.

Então, não é tão simples assim entender como cada pessoa nasce ou opta em ser homossexual, já que não existe um único gene que mostre e/ou prove isso.

Há uma interação que é feita com as mais variadas partes do genoma, além de, alguns fatores ambientais, que não são fáceis de identificar e influenciam nessa questão.

Nesse momento, você pode até estar se perguntando: mas como assim? A pesquisa foi feita com algumas pessoas e já teve essa comprovação, certeza? Para que fosse possível disponibilizar o resultado, o número de perfis de DNA analisados foi de meio milhão.

A resposta da pesquisa foi divulgada em uma revista bem famosa, denominada Science.

A intenção dos pesquisadores ao mostrarem que não existe um único gene gay

Antigamente e nem tanto tempo atrás assim, havia uma ideia muito forte de que um único gene poderia ser analisado e assim, se descobriria caso a pessoa fosse ou não gay.

As pessoas achavam que, assim como poderia se definir a cor dos olhos das pessoas através de algumas constatações, a opção sexual também poderia ser.

Acontece que, para que esse único gene mostrasse tanta coisa, ele teria que ser praticamente algo que tem super poderes, o que não existe.

E essa era a ideia dos pesquisadores: mostrar que é impossível que apenas um detalhe comprove alguma coisa.

Que outras questões precisam ser levadas em conta?

Além do DNA, há outras circunstâncias que fazem com que as pessoas sejam ou não homossexuais.

Entre as questões e deixando de lado um pouco o único gene gay analisado e desapontado como a resposta do caso, temos características específicas.

Uma delas diz respeito às situações do dia a dia e o quanto elas podem fazer com que as escolhas sexuais sejam diferentes.

Como a família vê a questão faz toda a diferença. Diversas pessoas acabam nunca admitindo serem homossexuais, por exemplo, porque tem medo da reação dos outros.

Por isso, é extremamente relevante entender que tudo influencia. Quer ver outro exemplo? Imagine que você nade com muitas pessoas que são gays. E você não seja, é mulher e hétero.

Mas, devido a diversas questões, como por exemplo, a decepção que teve com o público masculino, você pode simplesmente optar por ser lésbica ou bissexual.

Esse desejo também pode aflorar em um momento específico e isso faz com que, mais uma vez, aquele único gene gay não seja o único responsável por toda a questão.

Inclusive, muitas mulheres se tornam lésbicas apenas quando adultas e mais maduras, quando percebem que sentem atrações por outras mulheres.

Muitas pessoas se acham no direito de julgar as outras por isso, afirmando que não entendem como elas se tornaram gays se antes não eram.

Mas a questão é que, elas já eram, só não tinham compreendido, visto antes. As situações cotidianas levam então a esta questão.

O único gene gay, caso existisse, seria um problema?

Poderia ser. Principalmente no sentido de que muitas pessoas, completamente preconceituosas, fariam o seguinte: tentariam descobrir se este gene estaria presente em seu filho, que ainda nem teria nascido e assim, o rejeitaria.

Isso é muito comum com as pessoas que possuem alguma deficiência, inclusive. Os pais podem realizar exames ainda quando o bebê está na barriga da mãe e neles, especificidades aparecem.

Então, é possível controlar e prever alguns pontos. Hoje, a tecnologia é tão grande, que até antes de engravidar pode se saber se algum problema quanto aos genes dos pais levariam a possibilidades de filhos com problemas de saúde.

Depois destes resultados, os pais podem então decidir como proceder, se decidirão que a mulher engravide ou não.

Parece algo óbvio, mas principalmente para quem já possui filhos  que nasceram com estas necessidades, o risco de terem mais e estes também contarem com deficiências é grande. E sabe-se que, as condições financeiras precisam ser bem maiores nesses casos.

Assim, para algumas pessoas, existir esse único gene gay que mostrasse caso a pessoa fosse homossexual criaria vários conflitos. Apesar de que, como ponto positivo, explicaria muitas coisas.

E mostraria para muita gente preconceituosa, que uma opção sexual não é feita de forma alguma para afrontar a sociedade, como muitos costumam afirmar. E sim, porque a pessoa nasceu com esse desejo específico, que em algum momento de sua vida, aparecerá com mais força.

Mais pesquisas continuarão?

Sem dúvidas. Até porque, sabe-se que a combinação dos genes e de outras questões consegue mostrar um resultado mais específico.

Por isso, os estudos continuarão acerca desse assunto e de muitos outros.

Vale ressaltar que, ninguém deve ser julgado ou mal interpretado devido a suas escolhas, já que, elas são apenas suas e estimuladas por gostos e desejos que nem sempre são escolhidos e sim, sentidos.

A pesquisa relacionada ao único gene gay foi concluída sem resultados positivos, mas ainda se pensa qual é o conjunto de possibilidades que chegará a esse resultado.

Os próprios gays afirmam muitas vezes não saberem explicar a sua opção sexual, assim como com os héteros muitas vezes é assim também. Eles só são héteros porque para eles, é algo natural, seguiram algo que a sociedade já solicitava, mostrava, divulgada.

Ainda bem que hoje, já é um assunto bem mais tranquilo no sentido do quanto é divulgado. Deixou de ser um tabu ser gay há muito tempo.

Inclusive em novelas, antes era algo que a população via como um horror. Hoje, já bem mais divulgado.

Até campanhas já trazem a ideia.

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  • b.redatora 7 dias ago
  • Categorias: Gay

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